Segundo a publicação, o grupo alemão terá prescindido da marca de superdesportivos porque esta não encaixa nas prioridades de investimentos a curto e médio-prazo – onde o foco é a mobilidade, eletrificação e condução autónoma.

A administração da Volkswagen terá convencido a família do antigo patrão Ferdinand Piech (que ainda controla 50% das ações do grupo) a vender a Bugatti com um aumento da participação da Porsche na Rimac – que poderá passar dos atuais 15,5% para os 49%.
Apesar de ter apenas 11 anos de existência, a Rimac já conseguiu o investimento do grupo Hyundai/Kia, Koenigsegg, Jaguar e do fabricante de componentes Magna.
A marca croata, que emprega atualmente mais de 600 trabalhadores, foca a sua atividade sobretudo no desenvolvimento de eletromobilidade, desenvolvimento de baterias e eletrónica de alta performance.
Atualmente, a Rimac está a preparar o seu primeiro modelo de produção em série, o hiperdesportivo elétrico C-Two com 1914 CV de potência.

Recorde-se que a Bugatti – tal com a Bentley, a Lamborghini – foi comprada por Ferdinand Piech quando este dirigiu os destinos do grupo Volkswagen de 1993 a 2015.
Bugatti vendida à Rimac?
A administração do grupo Volkswagen e a Rimac Automobili terão chegado a acordo durante a semana passada para a venda da Bugatti, indica a Car Magazine.
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